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Autor Tópico: A LUA  (Lida 2915 vezes)

Offline joao candido

A LUA
« em: 30 de Outubro de 2009, 23:18:05 »
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  • Olá
    Eu sei que dizem que já andou gente na Lua. Nisto, eu não duvido.
    Mas já me disseram que Marte e Terra são astros que orbitam o Sol como a Lua orbita a Terra e e Demos orbita Marte. Também já me disseram que não convem fazer figurar o Sol na explicação das fases da Lua, para não atrapalhar a explicação, achando que melhor ainda é apresentar duma banda só coisa que represente os raios solares.
    Será que a Lua deixaria de ser satélite da Terra se fosse possivel acompanhar a Terra na posição de Lua cheia, sem cair para a Terra?
    João Cândido  


    Offline joao candido

    Re:A LUA
    « Responder #1 em: 15 de Novembro de 2009, 13:38:52 »
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  • Olá Amigos.
    Revolvendo papelada estou encontrando coisas curiosas, algumas das quais, desejo aqui apresentar, com a devida vénia, recordando velhas amizades.  

    GALILEU GALILEI
     
    Em referência a um texto com este título, publicado, em 8 de Maio de 1990, o meu primo, Fernando, (bisneto de uma das irmãs da minha avó paterna, que, por razões, ou sem razões, cuja culpa não me cabe), tinha a mania de me querer transformar em mina de defeitos, em sua
    Carta de 24/12/95 começa por dizer o seguinte:
    “ O teu texto teve a utilidade de me colocar em pontos de vista por onde ainda não tinha passado.
    Se eu ignorasse a existência das ideias nascidas na mente de Copérnico (1473/1543) e expostas no seu livro “De revelotionibus orbium coelestium libri sex”- ideias que foram mais tarde confirmadas (após a invenção do telescópio, já no século XVII) nomeadamente por Galileu Galilei (1564/1642) – e se eu fosse nessa época um habitante do planeta Marte, certamente acreditaria no marciocentrismo e não no heliocentrismo – tal como na Terra os teólogos defendiam o geocentrismo.
    Como marciano eu seria então um marciocentrista convicto: para mim Marte estaria parado no firmamento, e a Terra, se a visse, vê-la-ia mover-se no céu como o Sol…
       Desta minha primeira observação passei para uma segunda:    
       Encontrei-me, de súbito, com tudo a girar à minha volta, tudo o que é visível e o que é invisível. Até tu te encontravas a girar numa órbita em torno de mim. Eu constituía o centro do Universo.
       Estava nesse momento a braços, é claro, com uma coisa há muito descoberta e reconhecida por todos. O egocentrismo.                                                              
       Ainda uma terceira observação:
       Relativamente à denúncia do geocentrismo, Galilei Galilei salvou a vida abjurando – embora resmungando “Eppur’, si muove!”
       Relativamente à denúncia do egocentrismo, Jesus Cristo não abjurou e foi crucificado.
       Vê tu até onde me levou o teu texto, cuja leitura me provocou caretas e arrepios!”
    E, como este meu familiar me fala de Copérnico, também tenho aqui, como mais um exemplo, uma opinião que me foi manifestada, por um outro amigo, José, há coisa de três anos, com tão grande convicção, maa que vai ficar para a mensagem seguinte.
    Um abraço
    João Cândido
     


    Offline joao candido

    Re:A LUA
    « Responder #2 em: 04 de Janeiro de 2010, 15:37:40 »
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  • Até agora, não se notaram muitas visitas A LUA. Estou a referir-me, claro está, a este tópico.
    Será por já andarmos todos na Lua?
    Talvez tivessem preferido ir até Marte, para verem se lá seria como disse o meu primo.
    Quando me dizem que, se eu estivesse na Lua, sentiria o mesmo que na Terra, pois veria tudo a girar à minha volta, o que me levaria a pensar que a Lua estaria no centro do Universo, isso não poderia ser verdade e só é pena que os astronautas não tivessem feito observações astronómicas quando lá passaram algum tempo. Aliás, eu nem sei bem, nunca li nada, sobre o que eles lá foram fazer, mas acredito que tenham lá ido com o objectivo de esclarecer algumas dúvidas interessantes.
    Seja como for, nós por cá temos a mania que somos capazes de imaginar como teriamos de ver as coisas siderais em qual ponto da Lua. Sendo certo que a imaginação é muito importante para conseguirmos ver coisas que nunca vimos nem podemos ver, por imaginarmos. A verdade é que ela tem ajudado muitíssimo os cientistas a descobrirem coisas e a criarem muitas e muitas teorias e hipóteses, que ainda enchem a longa lista daquelas que nunca passam de teorias e hipóteses, isto é, disso mesmo, mas que nos vão entretendo a desenvolver a nossa própria imaginação. Por isso é que há pessoas com fértil imaginação, o que nos destingue dos animais mais inteligentes, embora digam que eles não são inteligentes, só por a maioria deles se guiarem pelos instintos naturais, que são uma espécie de CDs reguladores.
    Por isso, é que eu pensava que não me levariam a mal se pensasse o que poderia ver na Lua se lá estivesse alguma vez, o que é inteiramente impossível, por não ter posses para uma viagem e estadia dessas. Eu nem tenho posses para ir, uma vez por ano, à minha terra natal!... vejam lá!  
    Mas, como sou habitante da Terra, e estou aí a uns 38 graus, mais coisa menos coisa, acima do Equador, que é um plano imaginário (cá estou eu a imaginar!) que está perpendicula ao Eixo da Terra, de tal modo que daqui ninguém o poderá tirar, daqui vejo, eu quero dizer imagino, que se me intalasse na Lua do lado de cá, isto é, do lado que sempre está voltado para a Terra, que estaria sempre sempre a ver a Terra em cada momento, quer fosse de dia, quer fosse de noite, na Lua em cada 29 voltas que visse dar à Terra.  
    Por outro lado, se me instalasse no lado oposto que está sempre (não, não é às escuras!) do lado de lá, eu nunca poderia ver a Terra, durante o tempo, que na Terra decorressem os anos, os lustros, os séculos, os milénios ... até porque eu (e nós todos), deixaria mesmo de existir.
    E, como lá, na Lua, os dias não têm 24 horas como na Terra, não seria possível (imagino eu, na minha teoria) que as observações dos céus lunares teriam de ser diferentes. Assim, o céu lá não dá uma volta em 24 horas de cá, etc. etc.
    E, por aqui se poderá imaginar o que seria se estivesse no Marte, que imagino a percorrer a sua órbita à volta, não só da Terra, como da Lua e do Sol, incluindo o Mercúrio e o Vênus. E, se aqui falo do Mercúrio, não é que ele seja coisa parecida com aquele mercúrio que servia para medir a febre que às vezes nós tínhamos, que é uma espécie de metal líquido com uma grande força molecular, não!. Como é um planeta ferroso, penso eu, lunca lá estive, não imagino como ele poderá estar em estado liquido, uma vez que é o que está mais perto, e tão perto, do Sol, se aqui, muito mais longe dele, na Terra, o calor do Sol até quasi derrete o ferro.  
    Ora, dou agora por mim, tão entusiasmado com a Lua, desviado da minha rota.
    Peço desculpa por este desvio, mas iremos aprendendo com as voltas que o mundo dá.
    Um Novo Ano de felicidades para todos os que poisarem nesta LUA.
    João Cândido  

    Offline joao candido

    Re:A LUA
    « Responder #3 em: 29 de Janeiro de 2010, 19:01:09 »
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  • Olá xerife
    A propósito de Lua
    permita-me que copie para aqui o texto de uma mensagem que acabei de responder a um Amigo que todos bem conhecem.

    O tigre10
    Depois da sua mensagem #10 que agora repete um tanto modificada, teve conhecimento das posteriores engraçadas intervenções, e, se ler a #15, terá de ler que escreveu: “Simples, não é?”
    Portanto, aqui está a graça que muito me fez rir. Fique sabendo que faz muito bem rir de vontade livre. Mas, o tigre10, não gosta de rir ou não me quer deixar rir, o que tem também a sua graça.

    Ora. eu não lhe perguntei se a Lua manteria ou não a velocidade  da sua rotação! Esse era o beco para onde me queria empurrar.
    O que perguntei foi se poderia ver a Lua rodar sobre o seu Eixo, isto é, sobre si própria, o que, é diferente de mover-se à volta da Terra.
    Claro que, depois de se cansar com imaginações mais convenientes surgiu-lhe a necessidade de encontrar o referencial, isto é, o ponto onde melhor pudesse imaginar as observações que, melhor pudessem desviar-se dos artifícios e confusões que a credibilidade no heliocentrismo impõe, como se não houvesse outras questões mais complicadas: Fases da Lua, velocidades de translações reais e supostas. O que o fez escolher, tinha de ser, propondo que a Terra seria a melhor.

    Toda a sua argumentação imaginativa se complica num beco de difícil saída, Max lá acabou por arranjar dois casos.
    No 1..º  a órbita da Lua ao redor da Terra deixaria de ser elíptica para passar a ser rectilínea e uniforme tangente à órbita natural a partir do momento em que a força de gravidade se suspendesse.
    No 2.º caso, dada a suspensão da força de gravidade a Lua viria, em linha recta, colidir com a Terra.
    Com tudo isto, a imaginada velocidade de rotação da Lua continuava, teimosamente.

    Mas, ainda lhe restava uma outra solução: imaginar-se habitante da Lua, num apontado ponto do seu equador, para ver passar as estrelas no céu durante 27,3 dias daqueles que se contariam cá na Terra. E, daí interpretar tal observação, pela seguinte ordem:
    1.ª – A lua rodou sobre si própria em 27,3 dias;
    2.ª – A Lua não roda sobre si própria. Está imóvel e foi todo o universo que rodou à volta da Lua. E, com um ar “eureka” entende que, aparentemente, esta é a minha opinião
    Só faltou dizer que esta não é nenhuma das teorias dos cientistas.
    Naquele primeiro caso, esteve quase a dizer que aquele movimento rectilíneo que a Lua tomaria, poderia ter-se iniciado em momento de Lua CHEIA.
      
    E, afinal, a Lua tem ou não tem movimento de rotação? Ou, seja,
    “Será que a poderia ver a rodar sobre o seu Eixo?” Esta foi a minha pergunta!
    Se ela tem sempre a mesma face voltada para nós!
    Que pena não ter aproveitado os 27,3 dias que esteve na Lua, aí uma semanita, num ponto voltado para a Terra e aí uma outra semana num outro ponto do lado de lá.

    Estou a pensar vir a sugerir aos astronautas que futuramente quiserem ir andar na Lua
    (por cá já anda muita gente na Lua) para instalarem lá, na linha do Equador dela, uma torre, o mais alta que for possível, para nela (na torre! ) serem fixados um ou dois mísseis, no sentido horizontal e ao contrário desse movimento de rotação que dizem para aí que ela já tem.
    Eu explico!
    Ora vejam, esses dois mísseis fariam uma tal força que poriam a Lua a rodar sobre si, mas ao contrário. Pois, eu sei que dizem que ela já roda sobre si, mas como dizem que demora tanto tempo como ela demora a rodar à volta da Terra, acho isso um disparate, que tem gerado alguma confusão e assim deveria resultar uma prova do que aconteceria se demorasse menos tempo. Aí, menos um ou dois dias, só para não serem demais, à volta de 25 ou 26 dias.
    Claro, eu não sei bem o que iria acontecer uma vez que aquilo que todos temos podido observar, e é do conhecimento de toda a gente, é que a ter sempre a mesma face voltada para a Terra, ou por outra se tivesse movimento de rotação em cada dia se veria que essa face não poderia estar sempre virada para nós mas só quando terminasse a rotação, no 27,4.º  dia.  
    Cumprimentos
    João Cândido
      
    .

     


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