A mensagem anterior ficou incompleta por me ter atrapalhado, de algum modo, à procura da posição do sinal do rato, que aqui se chega a perder, pois só parece ser movimentado pelas teclas das 4 setas.
Embora já tivesse notado a existência de mais dois assuntos, vim para transcrever o que diz o livro para o antigo 3.º Ciclo dos Liceus - 6.º e 7.º Anos, na INTRODUÇÃO COSMOLGRAFICA, sobre a Translação
Pág. 43, diz:
“O movimento anual aparente do Sol, tanto pode ser explicado considerando este astro a girar em torno da Terra (concepção geocêntrica) como sendo o Sol fixo e a Terra movendo-se em volta dele (concepção heliocêntrica). Mas, a ciência astronómica moderna, baseada nas provas que se seguem, assentou em bases sólidas a concepção heliocêntrica, que fora já, embora muito vagamente, anunciada pelos gregos.
Segue-se depois uma figura apresentando as duas hipóteses, com a sua longa explicação para demonstrar que em qualquer destas concepções o Sol, no centro, ser estaria a ser projectado no tecto da Esfera celeste, como se estivesse, aparentemente, a passar nos mesmos signos do Zodíaco.
E, finalmente, a indicação das principais provas do movimento de translação da Terra, como sendo estas três:
1.ª) Paralaxe anual de algumas estrelas;
2,ª) Aberração da luz das estrelas;
3.ª) Movimento retrógrado aparente dos planetas.
O professor, que muitas vezes dizia concordar, alegava que estava obrigado a ensinar de acordo com o programa, mas para evitar mais confusões, mandou cortar cada uma das explicações que se seguiam.
Saliento as expressões:
“A ciência astronómica moderna, baseada nas provas que se seguem, assentou em bases sólidas a concepção heliocêntrica”
Teremos de ver que bases sólidas, de facto, serão estas ditas provas, ou por outra, que credibilidade poderão ter, para tal efeito, que terá de ser, a resolução científica do dilema ou do deste busílis de 400 anos.
Entretaanto, estou observando os links que fez o favor de me indicar e que, à primeira vista, um deles, me parece baseado num livro que me ofereceram em Junho passado, pelos meus 89 anos.
Obrigado e até breve, ainda antes do Natal.
João Cândido