Anteviu a crise do euro em textos que publicou durante anos em blogues. Não lhe deram ouvidos. Agora é convidado para dar conferências
Vejam a notícia do
ionlineParágrafo mais importante, apesar de não mencionar Portugal (puro esquecimento, certamente) que se enquadra perfeitamente neste grupo:
Em contrapartida, as populações da Grécia, da República da Irlanda e de Espanha, mais jovens, entraram num frenesim de endividamento, que se deveu principalmente ao aumento da procura de novas casas e de bens de consumo, que, em muitos casos, se transformaram em bolhas imobiliárias antes de rebentarem. Os salários foram impulsionados para cima, encorajando a despesa mas fazendo com que, rapidamente, as indústrias nacionais deixassem de conseguir competir com os poupados alemães, holandeses e outros europeus do Norte.