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Autor Tópico: O Fim  (Lida 1372 vezes)

Offline brunoelvas

O Fim
« em: 28 de Março de 2011, 22:39:52 »
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  • Vou contar-vos uma história

    Que está escrita com amor

    Foi vivida sem pena nem glória

    E com alguma dor

     

    É a história de duas crianças

    Que tal como outras por este mundo

    Viviam de esperanças

    E olhavam muitas vezes para o fundo

     

    Tinham doze anos de idade

    Quando se conheceram

    Não tinham em si maldade

    E seus corações amanheceram

     

    Para uma história de amor

    Uma historia que no verão começou

    Num dia de calor

    Onde ele pela primeira vez amou

     

    A caminho de uma piscina

    Num lindo jardim

    Um beijo os fascina

    E aquele amor não mais teve fim

     

    Mas como tudo na vida

    Houve altos e baixos na sua história

    Ela por vezes sentiu-se perdida

    E ele não a conseguia tirar da sua memória

     

    Amor nestas idades é complicado

    Não se encontravam quando criam

    Ele sentia-se por ela amado

    E às vezes os seus corações sorriam

     

    Às vezes separavam-se

    Porque não eram independentes

    Eles amavam-se

    E seus olhos viam-se sorridentes

     

    Seis anos assim passaram

    E quando dezoito anos ela cumpriu

    O seu destino separaram

    Ele nesse dia partiu

     

    Separaram-se, ouve um final

    Eles não sabiam, mas continuavam a amar-se

    Não ouve nem mais um sinal

    E eles sem querer viram os seus corações separar-se

     

    Duas metades separadas

    Elas que com betão estavam seladas

    Partiram e com outros amores se depararam

    E dos quais não mais se separaram

     

    Constituíram famílias maravilhosas

    Cheias de rosas, ás vezes espinhosas

    Mas a vida é assim, cheia de surpresas

    De velas apagadas e acesas

     

    Eles que tanto se amaram

    Os seus corações separaram

    Será que definitivamente

    Ou apenas intermitentemente?

     

    Não o destino não os quis unidos

    E eles por vezes sentiram-se perdidos

    E quando se olham, algo pára á sua volta

    Será que existe uma ponta solta

     

    O destino pregou-lhes uma partida

    A sua alma estava perdida

    Porque não sabiam mais da outra metade

    E sentiam uma imensa saudade

     

    Mas há sempre um fim afinal

    E não houve mais nenhum sinal

    E tudo se perdeu

    O seu amor morreu

     

    Morreu de tristeza

    Porque o destino assim o terminou

    A enorme beleza

    Que era o seu amor findou

     

    Será que noutra vida?

    Quem saberá

    Talvez ela não se sinta perdida

    E ele arrisque e para sempre a amará.


     


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