Bom domingo!
Pois eu, mesmo com os 92 (como se costuma dizer, Graças a Deus, não me levem a mal!), que julgava ter ainda boa vista, estou a ver que já tenho alguma dificuldade em ver como, o Amigo jplacebo, conseguiu ver, com tanta certeza, que eu emendei o meu raciocínio.
Mas, deixemos amadurecer bem esta fruta e passo a abanar esta outra frutífera espécie que também já deu boa fruta.
Como todos os que espreitam as partículas gravíticas mais antigas, que se espalham pelos confins do Cosmos, em todos os anos, não como as fases da Lua, mas só por esta altura, de Julho a Agosto, é anunciado aquele outro fenómeno astronómico da passagem da Terra pela órbita do cometa que, segundo consta, terá sido descoberto há uns 150 anos.
Até parece que foi uma nova esperança, para os heliocentristas, de confirmar-se que tem de ser a Terra, ao percorrer a sua órbita à volta do Sol, (cá estará mais uma prova!) a causadora do longínquo futuro desastre, que seria a queda mortal, sobre nós todos, daquela chuva de tralha que o dito cometa deixou, (para sempre?) e que milagrosamente se mantém só para nossa curiosidade.
Há quem diga que se tratará de partículas sólidas capazes de destruir até os nossos satélites ou sondas, coisas que até nós não temos
É, êsse mesmo, o tal cometa Swift Tuttle, que nos garantem ter deixado neste arco da Eclíptica, (que, neste caso, só conviria que fosse, ou pudesse ser, a órbita da Terra), entre o Solstício de Verão e o Equinócio do Outono, tão preocupante lixo escapado, coisa parecida com aquela que, talvez mal comparada, os aviões a jacto deixam entre o Zénite da minha propriedade por se estender sobre a minha casa, na rota para o outro lado do Atlântico.
Digam cá se não será até preferível que seja o Sol a percorrer a órbita que, visto da Terra, o projecta na aparente Esfera celeste, a riscar a Eclípica..
Assim, de esperança perdida, não sei se poderá ver-se, através de um perfeitíssimo simulador heliocentrista, este anual fenómeno tão interessante que dizem: já movimentar muitos milhares de milhões de euros, pela Terra inteira.
A Ciência, todo o esforço merece.
É bem certo que na falta da ajuda dos simuladores não geocentristas, visto que estes ainda não há, só nos restam aquelas figuras tão conhecidas e lembradas, mas que não podem passar de explicações geocentristas a imaginar os raios do Sol imóvel só de um lado e como se apenas a Lua se movesse à volta da Terra, também ela sem movimento de translação.
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Deste modo convirá não esquecer o que se terá de passar-se entre dois astros de massas diferentes, por exemplo, conforme a velocidade que deverá ter o de menor massa para se manter a girar à volta do outro, isto é, não chegar à velocidade de fuga.
Cumprimentos
João Cândido