Caro Jplacebo
Ao ler “USE O STELLARIUM!”, logo pensei que me iria dizer, que já estaríamos de acordo quanto ao facto de os polos, pelo menos o do norte, se manterem nos mesmos lugares da Esfera celeste.
Como é bom recordar a inteligente e histórica comparação de Aristarco de Samos, que até se pode usar para os dois lados, tanto mais quanto maiores forem de nós as distâncias das estrelas e entre elas maiores sejam
Ora, o uso do esplêndido STELLARIUM, que não poderá comparar-se com a eficácia de uns esplêndidos binóculos, mostra, assim me parece, que ele não tinha razão, visto que os raios de visão das estrelas bem se notam, mesmo na grandeza do raio e na grandeza do infinito Universo. Poderá até haver conveniência em o alargar conforme as necessidades tanto mais que sendo infinito, o seu fim nunca se encontrará.
Dizem até que isso valeu muito aos marinheiros portugueses quando as distâncias que percorriam comparadas com o raio da Terra eram muito menores comparadas com as das estrelas e com as distâncias entre elas, para não dizer das que eles percorriam, nos oceanos e mares desta nossa Terra. .
Seja como for, posso pensar que aquilo que me sugere é, terá de ser, observação que já terá feito e repetido.
E, então, poderá avaliar-se assim a realidade, e verdade, dos movimentos da Terra e da sua Lua, sem esquecer a visão do inseparável Sol, durante cada lunação de uma volta, Lua nova a outra Lua nova seguinte, em cada 30 graus, durante os 12 meses, que dará 12, em 360 graus. Fácil se deve tornar o desenho compreensivo desse fenómeno ao contrário, de ser algo complicado, já que estamos no hipotético heliocentrismo
Completando o que escrevi sobre aquele meu pensamento, direi “Mesmo mantendo-se opiniões diferentes, qualquer discussão pode, e até poderá convir, suspender-se, aguardando nova e melhor oportunidade Poderá dar-se o caso, quantas vezes? de dar-se razão ao outro, com a bebida de uma rara bica, científica
Comigo será sempre possível retomar uma discussão, por mais acalorada que tenha sido, com o devido respeito, e, até poderá ser, cientificamente, muito conveniente, para mais, depois da recente descoberta, que dizem ser, se bem ouvi, a ínfima «partícula de Deus». Que Diabo de nome científico!
Haja Deus!
João Cândido