Caro xerife
Muito obrigado pela sua ajuda.
Dos 5 exemplos, aquele que me parece melhor e que mais satisfaz à explicação das fases da Lua é o 2.
Esta simulação só pecará, no meu ponto de vista, por apresentar só a Lua a movimentar-se à volta da Terra e não representar, verdadeiramente, o Sol, isto é, o Sol, a rodar na sua órbita mais longe da órbita da Lua, mostrando que se desloca 30º enquanto a Lua completaria a volta à Terra em perto de 29 dias..Mesmo dispensando os outros astros mais próximos.
Com os respectivos ajustes nas sombras e nos tempos que vão sendo indicados, se for caso disso. Isso já conviria melhor à realidade, embora não constitua a plena prova do geocentrismo, evidentemente, mas uma consequência dele.
Não há dúvida de que bateria, de longe, as figuras desenhadas.
Peço desculpa, mas eu não me lembro de ter dito ou onde teria escrito o que está escrevendo que eu disse, aliás, sempre admito que possa estar errado.
Como saberá as teorias de Kepler e de Newton, principalmente, a meu ver, foram sendo as forças maiores para a credibilidade do heliocentrismo e mesmo assim, dando origem, a densa massa do Sol de tal forma que se veja nela a causa principal, e indiscutível, de ele poder atrair todos os astros, ou, melhor dizendo, a obriga-los a rodar à sua volta. Ao mesmo tempo sentindo-se a necessidade de lhe aumentar o diâmetro, que terá de andar ainda por umas 109 vezes o da Terra, etc. etc. Ora, por mais erros que haja isso não se poderá apagar assim tão facilmente e depressa.
Eu estou a escrever as minhas memórias. Já será tempo disso. E, talvez, nem irá aparecer mais um livro, mas é minha vontade que possam ser lidas na internet. Depois veremos se terei ou não razão. Sei, que portas estão já abertas.
Entretanto, irei apresentando algumas dicas, aqui ou ali, cuidando, o mais possível, de não criar mal entendidos, o que também, mesmo hoje, parece que não será tão fácil.
Não sei, realmente, o que pensará, toda a gente, sobre esta matéria. Pelo que tenho lido agora já vai havendo quem apresente outra versão. Até parece que estamos nos tempos que se seguiram a Copérnico. As mentes já fervilham… a curiosidade expande-se e avoluma-se, segue o rasto das galáxias e os raios de luz que, dos confins dos tempos, nos vai permitindo espreitar a explosão original. E, é de acreditar, já agora, que a fibra óptica possa transportar melhor essa luz. Mas, segundo ouço dizer, não deixa de notar-se muita escuridão, por entre tanta luz que, de há muito, só o céu me tem mostrado
Um abraço agradecido
João Cândido