Boa tarde a todos
Quando dei pela estimada entrada, do Amigo jplacebo, neste amplo Fórum, pensei logo que ele nos viria brindar com uma elevada demonstração, desenvolvida pela mais moderna tecnologia, para ficarmos a saber que, não é, na realidade o Sol que roda à volta da Terra e da Lua, isto é, antes que eu começasse a demonstrar qual é, no meu modesto entender, a realidade do que se passa dentro do espaço sideral compreendido dentro da órbita de Marte, começando por explicar os fenómenos na óptica ( ou será que é ótica?) do meu geocentrismo.
Por exemplo:
1 – Fases da Lua
2 – Estações do ano
3 ~ Eclipses (ou será Eclises?)
Etc, etc…
Mas, o nosso Amigo jplacebo já deixou explicado que, «tanto faz!», a explicação na óptica do geocentrismo também serve na óptica, ou concepção, do heliocentrismo, deixando-nos pendurados na insegurança das explicações, devidamente explicadas.
E, como se isto fosse (dado que os objectos são mais ou menos redondos), um jogo de bolas que já começa por um empate, cujo árbitro será, só poder ser, o nosso Amigo jplacebo, no seu ver.
Já se vê que eu estarei numa situação de franca inferioridade, até por não conhecer as técnicas de jogar, segundo as tecnológicas mais evoluídas ou recentes.
Já se abandonaram as do Galileu, do Kepler, do Newton, em grande parte, …. , sendo as mais recentes e valiosas, os cálculos de satélites artificiais, sondas e outras coisas mais.
O apito soa a abrir o jogo, com esta astronómica regra:
“ A meu ver, as fases da Lua podem ser explicadas por ambas as teorias ……..”
Ora, a meu ver, este jogo está a entrar, permita-se a expressão, numa espécie de batota.
Pois, não será preferível, e cientificamente mais vantajoso, que seja explicado segundo cada uma das teorias?
Vamos a isso,
João Cândido