Se cá fizessem uma coisa dessas, o projecto seria liderado por um político com o apoio de um banco, a casa teria de ser construída por uma grande empresa parceira, pagaria 5 vezes o valor do imóvel e todo o tipo de comissões ridículas (tipo: abertura de dossier, abertura de crédito, dois seguros de vida e dois seguros de protecção ao crédito, comissão de avaliação, segunda avaliação, despesas de portes de cartas que não enviam debitadas à cabeça, cartão de crédito e débito obrigatórios com taxas de 35%, depósito a prazo a 10 anos obrigatório, adesão ao netbanco, banca telefónica e cobranças domésticas, domiciliação de ordenado, comprovativo do tipo de papel com que limpa o cú, declaração das finanças como é português, etc, etc, etc, etc, etc, etc, etc, etc, etc...).
Não me lembro agora de mais nada mas isso também é apenas o mínimo para se começar a tratar da papelada. Lá para o ano 2035, quando a casa fosse terminada já com brechas nas paredes, era só ir morar para lá depois de pagarmos 75% do valor da avaliação.
Tudo fácil.