Ouço falar muito mal das praxes académicas, nos meios de comunicação, mas aquilo que vejo nas ruas de Viana na época das praxes são grupos de jovens (acompanhados do respectivos "doutores") a cantar e a rir, a recitar poemas ou outras coisas que tal, todos pintados e sujos mas alegres e contentes... e todos levando muito a sério a cena do "baptismo", que a olhos alheios pode parecer ridículo mas que a eles os parece divertir, apesar de levarem com um penico cheio de água na cabeça...
Acho que o Narsas tem razão, as instituições são o espelho das pessoas que as dirigem. E hoje em dia parece só haver espaço para a má-língua e a maledicência, todas as coisas positivas passam despercebidas ou são ignoradas de propósito...